bebê brincando no berçário

Sem dúvida nenhuma, um dos momentos que mais causam ansiedade e preocupação para os pais, é aquele em que é preciso  escolher onde o bebê ficará quando a licença maternidade acabar.

Os avós tem se mostrado a melhor solução para muitas famílias, e é muito reconfortante poder, pelo menos por algum tempo, deixar os pequenos aos cuidados de pessoas que, certamente, cuidarão deles com todo o amor.

Mas, na falta dessa ajuda preciosa, restam mesmo os berçários ou as creches.

O ideal é que você já comece a pensar sobre esse assunto quando ainda estiver grávida e iniciar, efetivamente sua pesquisa, durante a licença maternidade.

Parece exagero, mas não é!

Principalmente se você precisar contar com as creches municipais. Se este for seu caso, vale a pena ler este artigo no portal da prefeitura de SP que explica o passo a passo de como conseguir vaga no berçário ou educação infantil: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/solicitacao-de-vagas

Se você optar por berçários particulares, a situação não é muito fácil também.

Há muitos aspectos que você terá que levar em consideração antes de escolher onde deixar seu bebê.

Vou listar aqui aqueles que considero os principais. É claro que, cada família irá dar mais prioridade a alguns aspectos do que a outros. Por isso, essas orientações podem não estar em ordem de relevância para você.

 

 

1- Considere a localização.

menino sorrindo no berçário

O berçário próximo de sua casa, ou da casa de alguém de sua confiança que poderá levá-lo ou buscá-lo (ou os dois!), vai poupar você de muitos transtornos: correrias, trânsito, atrasos, estresse do bebê. Vale a pena também pesquisar próximo do seu trabalho.

2- Ter profissionais qualificados.

É muito importante que fique bem claro a qualificação dos profissionais que trabalham no berçário. Desde o porteiro, passando pela cozinheira, recreacionistas, professora, berçarista, coordenação, direção. Você precisa estar segura de que todos que estarão cuidando de seu bebê, são pessoas que tenham paixão pelo trabalho que exercem e sejam capacitados para estarem ali.

3- Ter uma ótima infraestrutura.

criança brincando no gramado

Você não vai querer que seu bebê fique o dia todo ou parte dele dentro de uma sala ou quarto, sem um banho de sol, sem contato com ambientes que favoreçam seu desenvolvimento, vai? Então, a infraestrutura que a escola oferece é muito importante. A escola não precisa ser enorme, muitas vezes, ela é pequena, porém, muito aconchegante, arejada, colorida, com materiais apropriados ao desenvolvimento do bebê.

Acho que é mais interessante que a estrutura do espaço seja plana, que não tenham escadas. Observe os itens de segurança que existem na escola. Móveis, protetores nos berços, brinquedos, tudo deve ser novo e adequado a cada faixa etária.

4- Conhecer a metodologia da escola.

Pergunte sobre como eles trabalham a rotina do bebê. Você deve ter clareza de como seu bebê será estimulado e quais serão os recursos que eles utilizarão no dia a dia.

Qual é a metodologia utilizada pela escola? Sobre esse assunto – metodologia de ensino – em breve farei um post específico.

5- Alimentação do bebê.

Estude o cardápio. Ele deve ser variado e atender às necessidades diárias do bebê. Verificar como são armazenados os alimentos, se estão sempre frescos e como são manipulados. Por incrível que possa parecer, muitas vezes, é visível a falta de cuidado e higiene.

Quando o bebê se alimenta de leite materno ou de alguma fórmula específica de leite, é interessante que a escola tenha um lactário, e que os procedimentos ao manusear esse alimento também sejam rigorosamente feitos com higiene e todo o cuidado necessários.

6- Custo x benefício.

lápis de cor em círculo

O custo de um berçário particular, atualmente, pode passar dos dois mil reais. Então, a família terá que pesar o que cada escola oferece e observar todas essas questões que envolvem a escolha do berçário.

Às vezes, a escola é mais acessível, economicamente falando, mas está mais longe de sua casa. Será que compensa?

Muitas vezes, o que pode encarecer mais é deixar o bebê em período integral. Será que dá pra ficar meio período?

Algumas escolas oferecem as papinhas levadas pela família. Pode ser que isso, diminua um pouco a mensalidade.

Enfim, é sempre bom fazer essa análise para decidir pelo melhor para a família e para o bebê.

7- Sinta se  há amor.

O clima da escola diz muito sobre as pessoas que estão ali.

Sinta se há amor, cuidado, carinho e paixão das pessoas na relação com as crianças. Brilho no olhar é tudo!

Não é difícil a gente perceber se as pessoas são realmente amorosas e trabalham com entusiasmo.

Para mim, essa sempre foi a condição mais importante na hora de decidir pelo berçário/escola de meus filhos. E, hoje, felizmente, vejo que essas escolhas foram as melhores que fiz.

crianças mãos pinturas coloridas

O amor reflete-se no sorriso e na alegria da criança.

Só mais uma observação: nunca gostei dessa história de ter que agendar visita. Concordo que a escola precise se organizar, deixar algum profissional disponível naquele dia e tudo o mais, porém, se a mãe, pai ou algum outro familiar chega sem avisar, disposto a conhecer a escola, acho super desagradável, o pessoal não deixar entrar, como já aconteceu conosco!

Mesmo se não der pra ser aquela visita completa, por assim dizer, deixar que a mãe entre e consiga, ao menos, ver o espaço da escola pode ser um passo para que eles conquistem a família.

 

E com vocês?

Como foi ou está sendo a busca pelo berçário de seu bebê?

Conte pra gente!

bj

Dione

Postado Por Dione Sitibaldi

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